{"version":"1.0","provider_name":"Tessa - Perfil Especial e Estrutura para Telhados de Qualidade","provider_url":"https:\/\/tessa.eng.br\/es","author_name":"ao4","author_url":"https:\/\/tessa.eng.br\/es\/author\/ao4\/","title":"Deconcic avalia o desempenho da constru\u00e7\u00e3o em 2021 - Tessa - Perfil Especial e Estrutura para Telhados de Qualidade","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"Veuclydrk3\"><a href=\"https:\/\/tessa.eng.br\/es\/2020\/05\/20\/deconcic-avalia-o-desempenho-da-construcao-em-2021\/\">Deconcic avalia o desempenho da constru\u00e7\u00e3o em 2021<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/tessa.eng.br\/es\/2020\/05\/20\/deconcic-avalia-o-desempenho-da-construcao-em-2021\/embed\/#?secret=Veuclydrk3\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Deconcic avalia o desempenho da constru\u00e7\u00e3o em 2021&#8221; &#8212; Tessa - Perfil Especial e Estrutura para Telhados de Qualidade\" data-secret=\"Veuclydrk3\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script>\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/tessa.eng.br\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n<\/script>","thumbnail_url":"https:\/\/tessa.eng.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Deconcic-avalia-o-desempenho-da-construcao-em-2021-2048x1365-1.jpg","thumbnail_width":2048,"thumbnail_height":1365,"description":"Deconcic avalia o desempenho da constru\u00e7\u00e3o em 2021 Confira os dados da 7\u00aa edi\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio elaborado pelo Departamento da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o da Fiesp Fonte: Fiesp PRODU\u00c7\u00c3O DE MATERIAIS A produ\u00e7\u00e3o industrial dos insumos t\u00edpicos da constru\u00e7\u00e3o civil encerrou 2021, com crescimento de 8,1% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, a maior varia\u00e7\u00e3o anual considerando a s\u00e9rie hist\u00f3rica da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE iniciada em 2012, fonte das informa\u00e7\u00f5es. A indica\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, \u00e9 de desacelera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o desses bens, visto que, na compara\u00e7\u00e3o com o resultado de dezembro de 2020, houve uma queda de 11,6% da produ\u00e7\u00e3o desses insumos, a quarta consecutiva nessa base de compara\u00e7\u00e3o interanual. Outra indica\u00e7\u00e3o \u00e9 a desacelera\u00e7\u00e3o observada ao longo do segundo semestre de 2021 tanto da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano quanto da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos doze meses, a qual passou de 10,8% at\u00e9 novembro para 8,1% at\u00e9 dezembro, definindo o resultado do ano, ap\u00f3s atingir o patamar m\u00e1ximo de 16,9% no acumulado at\u00e9 junho de 2021. Vale uma vez mais refor\u00e7ar, como j\u00e1 registrado em boletins anteriores, a contribui\u00e7\u00e3o do efeito base para a configura\u00e7\u00e3o desse quadro. A ado\u00e7\u00e3o das medidas de combate \u00e0 pandemia da covid-19 deprimiu a produ\u00e7\u00e3o dos insumos t\u00edpicos no primeiro semestre de 2020, como mostra o gr\u00e1fico a seguir (que traz o \u00edndice do IBGE de produ\u00e7\u00e3o desses bens desde 2012, sem ajuste sazonal), favorecendo a compara\u00e7\u00e3o com a produ\u00e7\u00e3o registrada em igual per\u00edodo de 2021. Com a forte recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o no segundo semestre de 2020, o efeito base deixa de ser positivo, levando a uma compara\u00e7\u00e3o mais desfavor\u00e1vel com a evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o no mesmo intervalo de tempo de 2021. O efeito l\u00edquido foi, no entanto, positivo para a compara\u00e7\u00e3o do resultado do ano como um todo, com o j\u00e1 mencionado crescimento historicamente expressivo de 8,1%. O pr\u00f3ximo gr\u00e1fico refor\u00e7a essa indica\u00e7\u00e3o de desacelera\u00e7\u00e3o ao apresentar a evolu\u00e7\u00e3o da m\u00e9dia m\u00f3vel de 12 meses do \u00edndice de produ\u00e7\u00e3o desses bens. No caso da produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, o crescimento registrado em 2021 foi de 3,9%, primeiro resultado positivo desde 2018, ap\u00f3s as quedas registradas em 2019 (-1,1%) e 2020 (-4,5%). Tomando apenas o resultado de dezembro, a produ\u00e7\u00e3o avan\u00e7ou 2,9% na compara\u00e7\u00e3o com novembro, com base nas informa\u00e7\u00f5es com ajuste sazonal, primeiro resultado mensal positivo ap\u00f3s a varia\u00e7\u00e3o nula de novembro e de cinco meses seguidos de queda (junho a outubro), quando a produ\u00e7\u00e3o acumulou uma retra\u00e7\u00e3o de 3,3% nesse per\u00edodo. Apesar desse crescimento na margem, a indica\u00e7\u00e3o de desacelera\u00e7\u00e3o comentada acima \u00e9 tamb\u00e9m observada no contexto da produ\u00e7\u00e3o industrial nacional. Na compara\u00e7\u00e3o interanual, por exemplo, houve um decl\u00ednio de 4,9% frente a dezembro de 2020, enquanto as taxas de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano e em doze meses seguem em desacelera\u00e7\u00e3o, com esta \u00faltima passando de 5,0% at\u00e9 novembro para 3,9% at\u00e9 dezembro. Em outros termos, o crescimento registrado em 2021 se deu, como destacou em nota o gerente da pesquisa do IBGE, Andr\u00e9 Macedo, sobre um per\u00edodo de muita perda (2020), sem reverter inteiramente o resultado negativo do ano anterior. Adicionalmente, como apontou Macedo, o segundo semestre de 2021 foi ainda marcado pelos reflexos da pandemia da covid-19 no processo produtivo, \u201ccomo o encarecimento dos custos de produ\u00e7\u00e3o e falta de mat\u00e9rias-primas\u201d, e sobre a demanda dom\u00e9stica, com a infla\u00e7\u00e3o em patamares mais elevados e o mercado de trabalho que, embora tenha mostrado alguma recupera\u00e7\u00e3o, ainda se mostrava relativamente fraco. A produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias Extrativas teve um desempenho modesto em 2021, com crescimento de 1,1% em rela\u00e7\u00e3o a 2020, ainda que bastante superior ao dos dois anos anteriores (-9,7% em 2019 e -3,4% em 2020). Na margem, a produ\u00e7\u00e3o desse segmento da ind\u00fastria geral avan\u00e7ou 1,6% em dezembro frente a novembro, j\u00e1 considerada a sazonalidade do per\u00edodo, desacelerando em rela\u00e7\u00e3o ao resultado do m\u00eas anterior (5,0%), mas contribuindo para reverter parcialmente a queda de 9,9% apurada em outubro. Na compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2020, houve uma expans\u00e3o de 2,0%. Diferentemente da evolu\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, a taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada em doze meses da produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias Extrativas mostrou modesta e constante acelera\u00e7\u00e3o a partir de maio de 2021, ap\u00f3s atingir -2,8% no acumulado at\u00e9 abril, fechando o ano com expans\u00e3o de 1,1%, como j\u00e1 comentado. Por fim, a produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Transforma\u00e7\u00e3o teve crescimento mais expressivo no ano passado, de 4,3%, contrastando igualmente com o resultado de 2019 (0,2%) e de 2020 (-4,6%). Em dezembro, a alta da produ\u00e7\u00e3o foi de 2,0% frente a novembro, feito o ajuste sazonal, primeiro resultado positivo ap\u00f3s seis meses consecutivos de retra\u00e7\u00e3o na base de compara\u00e7\u00e3o mensal. Dado o seu enorme peso na composi\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, a trajet\u00f3ria de produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Transforma\u00e7\u00e3o acabou por condicionar a evolu\u00e7\u00e3o do segmento. Por conta disso, tamb\u00e9m foi observada no caso desse conjunto de ind\u00fastrias uma desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento ao longo do segundo semestre de 2021, com a taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada em doze meses saindo de 8,4% at\u00e9 agosto para 4,3% at\u00e9 dezembro, o mesmo sendo observado no caso da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano, que atingiu o seu m\u00e1ximo em maio (14,8%). COM\u00c9RCIO DE MATERIAIS De acordo com a mais recente Pesquisa Mensal de Com\u00e9rcio do IBGE, o volume de vendas do com\u00e9rcio varejista de materiais de constru\u00e7\u00e3o encerrou 2021 com crescimento de 4,4% na compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, resultado abaixo do registrado em 2020 (10,8%) e em linha com o resultado de 2019 (4,2%), ainda que pese a base de compara\u00e7\u00e3o mais elevada de 2020 (especificamente, no segundo semestre daquele ano), como mostra o gr\u00e1fico a seguir, que apresenta a s\u00e9rie hist\u00f3rica do IBGE do \u00edndice do volume de vendas do com\u00e9rcio varejista desses bens com ajuste sazonal. Independentemente da base de compara\u00e7\u00e3o interanual, o gr\u00e1fico revela a trajet\u00f3ria declinante das vendas desde junho de 2021, que acumularam retra\u00e7\u00e3o de 8,9% entre maio e dezembro, tendo o volume de vendas no \u00faltimo m\u00eas do ano registrado queda de 1,4% frente a novembro, feito o ajuste sazonal. Com"}