{"id":1888,"date":"2020-05-20T01:04:00","date_gmt":"2020-05-20T04:04:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tessa.eng.br\/?p=1888"},"modified":"2025-10-16T01:06:37","modified_gmt":"2025-10-16T04:06:37","slug":"deconcic-avalia-o-desempenho-da-construcao-em-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tessa.eng.br\/es\/2020\/05\/20\/deconcic-avalia-o-desempenho-da-construcao-em-2021\/","title":{"rendered":"Deconcic avalia o desempenho da constru\u00e7\u00e3o em 2021"},"content":{"rendered":"<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"1888\" class=\"elementor elementor-1888\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8ebcc8a e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no e-con e-parent\" data-id=\"8ebcc8a\" data-element_type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-bd3ef11 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"bd3ef11\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Deconcic avalia o desempenho da constru\u00e7\u00e3o em 2021<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2343b80 posts_custom e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no e-con e-parent\" data-id=\"2343b80\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8a7ac20 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"8a7ac20\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"534\" src=\"https:\/\/tessa.eng.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Deconcic-avalia-o-desempenho-da-construcao-em-2021-2048x1365-1-1024x683.jpg\" class=\"attachment-large size-large wp-image-1889\" alt=\"Deconcic\" srcset=\"https:\/\/tessa.eng.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Deconcic-avalia-o-desempenho-da-construcao-em-2021-2048x1365-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/tessa.eng.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Deconcic-avalia-o-desempenho-da-construcao-em-2021-2048x1365-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/tessa.eng.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Deconcic-avalia-o-desempenho-da-construcao-em-2021-2048x1365-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/tessa.eng.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Deconcic-avalia-o-desempenho-da-construcao-em-2021-2048x1365-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/tessa.eng.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Deconcic-avalia-o-desempenho-da-construcao-em-2021-2048x1365-1.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5e3889e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"5e3889e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><b>Confira os dados da 7\u00aa edi\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio elaborado pelo Departamento da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o da Fiesp<\/b><\/p><p><b>Fonte: Fiesp<\/b><\/p><p><b style=\"font-size: 1rem;\">PRODU\u00c7\u00c3O DE MATERIAIS<\/b><\/p><p>A produ\u00e7\u00e3o industrial dos insumos t\u00edpicos da constru\u00e7\u00e3o civil encerrou 2021, com crescimento de 8,1% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, a maior varia\u00e7\u00e3o anual considerando a s\u00e9rie hist\u00f3rica da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE iniciada em 2012, fonte das informa\u00e7\u00f5es. A indica\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, \u00e9 de desacelera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o desses bens, visto que, na compara\u00e7\u00e3o com o resultado de dezembro de 2020, houve uma queda de 11,6% da produ\u00e7\u00e3o desses insumos, a quarta consecutiva nessa base de compara\u00e7\u00e3o interanual.<\/p><p>Outra indica\u00e7\u00e3o \u00e9 a desacelera\u00e7\u00e3o observada ao longo do segundo semestre de 2021 tanto da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano quanto da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos doze meses, a qual passou de 10,8% at\u00e9 novembro para 8,1% at\u00e9 dezembro, definindo o resultado do ano, ap\u00f3s atingir o patamar m\u00e1ximo de 16,9% no acumulado at\u00e9 junho de 2021.<\/p><p>Vale uma vez mais refor\u00e7ar, como j\u00e1 registrado em boletins anteriores, a contribui\u00e7\u00e3o do efeito base para a configura\u00e7\u00e3o desse quadro. A ado\u00e7\u00e3o das medidas de combate \u00e0 pandemia da covid-19 deprimiu a produ\u00e7\u00e3o dos insumos t\u00edpicos no primeiro semestre de 2020, como mostra o gr\u00e1fico a seguir (que traz o \u00edndice do IBGE de produ\u00e7\u00e3o desses bens desde 2012, sem ajuste sazonal), favorecendo a compara\u00e7\u00e3o com a produ\u00e7\u00e3o registrada em igual per\u00edodo de 2021.<\/p><p>Com a forte recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o no segundo semestre de 2020, o efeito base deixa de ser positivo, levando a uma compara\u00e7\u00e3o mais desfavor\u00e1vel com a evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o no mesmo intervalo de tempo de 2021. O efeito l\u00edquido foi, no entanto, positivo para a compara\u00e7\u00e3o do resultado do ano como um todo, com o j\u00e1 mencionado crescimento historicamente expressivo de 8,1%. O pr\u00f3ximo gr\u00e1fico refor\u00e7a essa indica\u00e7\u00e3o de desacelera\u00e7\u00e3o ao apresentar a evolu\u00e7\u00e3o da m\u00e9dia m\u00f3vel de 12 meses do \u00edndice de produ\u00e7\u00e3o desses bens.<\/p><p>No caso da produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, o crescimento registrado em 2021 foi de 3,9%, primeiro resultado positivo desde 2018, ap\u00f3s as quedas registradas em 2019 (-1,1%) e 2020 (-4,5%). Tomando apenas o resultado de dezembro, a produ\u00e7\u00e3o avan\u00e7ou 2,9% na compara\u00e7\u00e3o com novembro, com base nas informa\u00e7\u00f5es com ajuste sazonal, primeiro resultado mensal positivo ap\u00f3s a varia\u00e7\u00e3o nula de novembro e de cinco meses seguidos de queda (junho a outubro), quando a produ\u00e7\u00e3o acumulou uma retra\u00e7\u00e3o de 3,3% nesse per\u00edodo.<\/p><p>Apesar desse crescimento na margem, a indica\u00e7\u00e3o de desacelera\u00e7\u00e3o comentada acima \u00e9 tamb\u00e9m observada no contexto da produ\u00e7\u00e3o industrial nacional. Na compara\u00e7\u00e3o interanual, por exemplo, houve um decl\u00ednio de 4,9% frente a dezembro de 2020, enquanto as taxas de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano e em doze meses seguem em desacelera\u00e7\u00e3o, com esta \u00faltima passando de 5,0% at\u00e9 novembro para 3,9% at\u00e9 dezembro. Em outros termos, o crescimento registrado em 2021 se deu, como destacou em nota o gerente da pesquisa do IBGE, Andr\u00e9 Macedo, sobre um per\u00edodo de muita perda (2020), sem reverter inteiramente o resultado negativo do ano anterior. Adicionalmente, como apontou Macedo, o segundo semestre de 2021 foi ainda marcado pelos reflexos da pandemia da covid-19 no processo produtivo, \u201ccomo o encarecimento dos custos de produ\u00e7\u00e3o e falta de mat\u00e9rias-primas\u201d, e sobre a demanda dom\u00e9stica, com a infla\u00e7\u00e3o em patamares mais elevados e o mercado de trabalho que, embora tenha mostrado alguma recupera\u00e7\u00e3o, ainda se mostrava relativamente fraco.<\/p><p>A produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias Extrativas teve um desempenho modesto em 2021, com crescimento de 1,1% em rela\u00e7\u00e3o a 2020, ainda que bastante superior ao dos dois anos anteriores (-9,7% em 2019 e -3,4% em 2020). Na margem, a produ\u00e7\u00e3o desse segmento da ind\u00fastria geral avan\u00e7ou 1,6% em dezembro frente a novembro, j\u00e1 considerada a sazonalidade do per\u00edodo, desacelerando em rela\u00e7\u00e3o ao resultado do m\u00eas anterior (5,0%), mas contribuindo para reverter parcialmente a queda de 9,9% apurada em outubro. Na compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2020, houve uma expans\u00e3o de 2,0%. Diferentemente da evolu\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, a taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada em doze meses da produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias Extrativas mostrou modesta e constante acelera\u00e7\u00e3o a partir de maio de 2021, ap\u00f3s atingir -2,8% no acumulado at\u00e9 abril, fechando o ano com expans\u00e3o de 1,1%, como j\u00e1 comentado.<\/p><p>Por fim, a produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Transforma\u00e7\u00e3o teve crescimento mais expressivo no ano passado, de 4,3%, contrastando igualmente com o resultado de 2019 (0,2%) e de 2020 (-4,6%). Em dezembro, a alta da produ\u00e7\u00e3o foi de 2,0% frente a novembro, feito o ajuste sazonal, primeiro resultado positivo ap\u00f3s seis meses consecutivos de retra\u00e7\u00e3o na base de compara\u00e7\u00e3o mensal. Dado o seu enorme peso na composi\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, a trajet\u00f3ria de produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Transforma\u00e7\u00e3o acabou por condicionar a evolu\u00e7\u00e3o do segmento. Por conta disso, tamb\u00e9m foi observada no caso desse conjunto de ind\u00fastrias uma desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento ao longo do segundo semestre de 2021, com a taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada em doze meses saindo de 8,4% at\u00e9 agosto para 4,3% at\u00e9 dezembro, o mesmo sendo observado no caso da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano, que atingiu o seu m\u00e1ximo em maio (14,8%).<\/p><p><b>COM\u00c9RCIO DE MATERIAIS<\/b><\/p><p>De acordo com a mais recente Pesquisa Mensal de Com\u00e9rcio do IBGE, o volume de vendas do com\u00e9rcio varejista de materiais de constru\u00e7\u00e3o encerrou 2021 com crescimento de 4,4% na compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, resultado abaixo do registrado em 2020 (10,8%) e em linha com o resultado de 2019 (4,2%), ainda que pese a base de compara\u00e7\u00e3o mais elevada de 2020 (especificamente, no segundo semestre daquele ano), como mostra o gr\u00e1fico a seguir, que apresenta a s\u00e9rie hist\u00f3rica do IBGE do \u00edndice do volume de vendas do com\u00e9rcio varejista desses bens com ajuste sazonal. Independentemente da base de compara\u00e7\u00e3o interanual, o gr\u00e1fico revela a trajet\u00f3ria declinante das vendas desde junho de 2021, que acumularam retra\u00e7\u00e3o de 8,9% entre maio e dezembro, tendo o volume de vendas no \u00faltimo m\u00eas do ano registrado queda de 1,4% frente a novembro, feito o ajuste sazonal.<\/p><p>Com respeito a dezembro de 2020, houve decl\u00ednio de -8,3% no \u00faltimo m\u00eas de 2021, sexto resultado negativo consecutivo nesta base de compara\u00e7\u00e3o interanual. Vale notar que o efeito base desfavor\u00e1vel contribuiu em parte para essa sequ\u00eancia de resultados. Essa perda de dinamismo vem sendo observada por meio da desacelera\u00e7\u00e3o tanto da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano como da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos doze meses, a qual chegou ao patamar m\u00e1ximo de 23,7% at\u00e9 maio para fechar o ano em 4,4%.<\/p><p>O volume de vendas do com\u00e9rcio no conceito mais restrito da pesquisa do IBGE teve em 2021 um crescimento mais modesto, de 1,4%, pouco acima daquele verificado em 2020 (1,2%) e inferior ao de 2019 (1,9%). Em dezembro, o volume ficou praticamente est\u00e1vel (-0,1%) na compara\u00e7\u00e3o com novembro, j\u00e1 descontados os fatores sazonais. Em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2020, houve retra\u00e7\u00e3o de 2,9%, a quinta consecutiva nessa base de compara\u00e7\u00e3o interanual.<\/p><p>Assim como ocorreu com o volume de vendas de materiais de constru\u00e7\u00e3o, as vendas do com\u00e9rcio varejista tamb\u00e9m perderam dinamismo no segundo semestre de 2021, movimento que pode ser visto na desacelera\u00e7\u00e3o da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano, que atingiu patamar m\u00e1ximo em maio (6,8%), e na taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada em doze meses, que ap\u00f3s atingir 5,9% no acumulado at\u00e9 julho, fechou o ano em 1,4% (uma diferen\u00e7a de 4,5 pontos percentuais).<\/p><p>Por fim, com respeito ao volume de vendas do com\u00e9rcio varejista ampliado, que inclui, al\u00e9m dos segmentos do \u00edndice restrito, os segmentos de material de constru\u00e7\u00e3o e de ve\u00edculos, motos, partes e pe\u00e7as, o crescimento em 2021 foi relativamente melhor, com expans\u00e3o de 4,5%, superando os resultados de 2019 (3,9%) e de 2020 (-1,4%). A expans\u00e3o do volume de vendas do segmento de ve\u00edculos, motos, partes e pe\u00e7as foi determinante para esse desempenho, cujas vendas aumentaram 14,9% em 2021. Na margem, o desempenho do com\u00e9rcio ampliado foi igualmente melhor, ainda que em pequena escala, ao registrar alta de 0,3% com respeito a novembro, j\u00e1 considerada a sazonalidade. A compara\u00e7\u00e3o com o resultado de dezembro de 2020, por outro lado, foi desfavor\u00e1vel, tendo sido registrada uma queda de 2,7% no \u00faltimo m\u00eas de 2021.<\/p><p>Ainda que tenha sido tamb\u00e9m observada uma perda de dinamismo das vendas do com\u00e9rcio ampliado no segundo semestre do ano passado, este movimento foi menos pronunciado, visto que a taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos doze meses desacelerou de 8,4% (n\u00edvel mais alto do ano) para 4,5% at\u00e9 dezembro, uma diferen\u00e7a de 3,9 pontos percentuais, abaixo da diferen\u00e7a de 4,5 pontos apurada para o caso do com\u00e9rcio varejista no conceito restrito, como se viu anteriormente.<\/p><p><b>CUSTOS DA CONSTRU\u00c7\u00c3O<\/b><\/p><p>Em janeiro, o custo m\u00e9dio nacional da constru\u00e7\u00e3o, mensurado pelo \u00cdndice Nacional da Constru\u00e7\u00e3o Civil do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e \u00cdndices da Constru\u00e7\u00e3o Civil (Sinapi) do IBGE, teve alta de 0,72% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, superando o resultado de dezembro (0,52%), mas ficando abaixo da taxa apurada em janeiro de 2021 (1,99%). O gr\u00e1fico abaixo apresenta o comparativo para o m\u00eas de janeiro da varia\u00e7\u00e3o mensal do custo m\u00e9dio desde 2015.<\/p><p>Apesar do recuo da taxa frente a janeiro de 2021, a varia\u00e7\u00e3o em janeiro de 2022 ainda se situou em um patamar superior ao observado nos anos anteriores, fato que se deve, como tamb\u00e9m indica o gr\u00e1fico, pelo aumento do custo m\u00e9dio da m\u00e3o de obra, cuja alta foi influenciada particularmente pelos acordos coletivos em Alagoas, Tocantins e Piau\u00ed, como destacou o IBGE em nota. Por outro lado, a taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos doze meses voltou a desacelerar, passando de 18,65% at\u00e9 dezembro, o que correspondeu \u00e0 varia\u00e7\u00e3o anual registrada em 2021, para 17,17% at\u00e9 janeiro. Vale lembrar que esse movimento de desacelera\u00e7\u00e3o teve in\u00edcio ainda em agosto de 2021, quando a varia\u00e7\u00e3o acumulada nessa base de compara\u00e7\u00e3o chegou a 22,74%.<\/p><p>Com respeito ao custo m\u00e9dio dos materiais, um dos componentes do custo m\u00e9dio nacional, a varia\u00e7\u00e3o apurada em janeiro foi de 0,63%, menor taxa mensal desde julho de 2020 (0,48%), ficando, portanto, abaixo do observado em dezembro (0,76%) e em janeiro do ano passado (2,96%). Como o pr\u00f3prio IBGE apontou quando da divulga\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es do Sinapi, em janeiro houve uma menor press\u00e3o do lado do custo dos materiais, inclusive com o registro de defla\u00e7\u00e3o no caso de certos produtos, como os pertencentes ao segmento do a\u00e7o. Refletindo em parte essa trajet\u00f3ria recente, a varia\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos doze meses do custo m\u00e9dio dos materiais seguiu em desacelera\u00e7\u00e3o (trajet\u00f3ria que teve em in\u00edcio em agosto de 2021, quando essa taxa foi de 37,69%), passando de 28,12% at\u00e9 dezembro (fechamento do ano) para 25,22% at\u00e9 janeiro.<\/p><p>O custo m\u00e9dio da m\u00e3o de obra, por sua vez, teve evolu\u00e7\u00e3o oposta, com alta de 0,87% em janeiro, superando tanto o resultado de dezembro (0,15%), quanto o de janeiro de 2021 (0,78%). Al\u00e9m da contribui\u00e7\u00e3o dos acordos coletivos para a alta de janeiro, como mencionado anteriormente, outro fator a alimentar a alta do custo da m\u00e3o de obra em janeiro, como bem apontou o IBGE, foi o aumento do sal\u00e1rio m\u00ednimo nacional em 10,2%, para R$ 1.212,00, impactando a remunera\u00e7\u00e3o das categorias sem qualifica\u00e7\u00e3o, cujo piso \u00e9 muito pr\u00f3ximo a esse valor. Em contraste com a evolu\u00e7\u00e3o do componente associado aos materiais, a taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada em doze meses do custo da m\u00e3o de obra voltou a acelerar, passando de 6,78% at\u00e9 dezembro para 6,87% at\u00e9 janeiro, voltando ao patamar observado em outubro de 2021 (6,88%), que se constituiu na maior taxa do ano passado nessa base de compara\u00e7\u00e3o.<\/p><p>Em termos monet\u00e1rios, em janeiro, o custo nacional m\u00e9dio atingiu R $1.525,48 por metro quadrado, com R $915,79 correspondendo ao componente material e R $609,69 \u00e0 m\u00e3o de obra. Em termos regionais, os custos por metro quadrado no primeiro m\u00eas do ano foram de R$ 1.525,10 na regi\u00e3o Norte, de R$ 1.433,20 na regi\u00e3o Nordeste, de R$ 1.579,80 no Sudeste, de R$ 1.599,93 no Sul e de R$ 1.515,22 na regi\u00e3o Centro-Oeste.<\/p><p><b>DEP\u00d3SITOS DE POUPAN\u00c7A \u2013 SBPE<\/b><\/p><p>O saldo global de dep\u00f3sitos de poupan\u00e7a do Sistema Brasileiro de Poupan\u00e7a e Empr\u00e9stimo (SBPE) atingiu R $778,570 bilh\u00f5es quando do encerramento de janeiro, segundo o mais recente Relat\u00f3rio de Poupan\u00e7a do Banco Central do Brasil. Em termos reais, esse montante foi 2,0% menor do que o registrado no fim de dezembro, e 10,3% inferior ao saldo de janeiro de 2021. Vale registrar que o saldo do SBPE vem declinando desde dezembro de 2020, quando chegou a R $886,834 bilh\u00f5es, a pre\u00e7os de janeiro de 2022.<\/p><p>A capta\u00e7\u00e3o l\u00edquida do sistema voltou a ser negativa em janeiro, em R$ 15,678 bilh\u00f5es, em linha com o padr\u00e3o hist\u00f3rico de resultados negativos para o m\u00eas, como ilustra o gr\u00e1fico a seguir, que apresenta a s\u00e9rie hist\u00f3rica do Banco Central do Brasil iniciada em 1995, a pre\u00e7os constantes do \u00faltimo m\u00eas, para as capta\u00e7\u00f5es registradas no m\u00eas de janeiro. A concentra\u00e7\u00e3o de despesas espec\u00edficas no in\u00edcio do ano \u00e9 determinante para esse padr\u00e3o, como alguns impostos (IPTU e IPVA), por exemplo. Quanto \u00e0 magnitude da capta\u00e7\u00e3o l\u00edquida no \u00faltimo m\u00eas de janeiro, ela n\u00e3o superou o valor registrado no mesmo m\u00eas de 2021, ainda que tenha sido mais expressiva do que o registrado entre 2015 e 2020, cuja m\u00e9dia ficou pouco abaixo de R$ 10 bilh\u00f5es negativos, sempre considerando as informa\u00e7\u00f5es ajustadas pela infla\u00e7\u00e3o do per\u00edodo.<\/p><p><b>FINANCIAMENTOS IMOBILI\u00c1RIOS<\/b><\/p><p>As opera\u00e7\u00f5es contratadas com recursos do Sistema Brasileiro de Poupan\u00e7a e Empr\u00e9stimo (SBPE), que englobam tanto os financiamentos para a constru\u00e7\u00e3o como para a aquisi\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis, atingiram R$ 16,745 bilh\u00f5es em dezembro, declinando pela primeira vez no ano quando se considera a base de compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano anterior, com redu\u00e7\u00e3o de 18,6% em termos reais frente a dezembro de 2020. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Entidades de Cr\u00e9dito Imobili\u00e1rio e Poupan\u00e7a (Abecip) e do Banco Central do Brasil.<\/p><p>No conjunto do ano de 2021, essas opera\u00e7\u00f5es somaram R$ 205,407 bilh\u00f5es em termos nominais, com crescimento real de 31,7% frente ao valor total das opera\u00e7\u00f5es realizadas no ano anterior, desacelerando em rela\u00e7\u00e3o ao crescimento anual apurado em 2020 (37,6%), mas superando as varia\u00e7\u00f5es anuais do per\u00edodo de 2011 a 2019. Considerando um horizonte mais curto de tempo, a indica\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 de desacelera\u00e7\u00e3o quando se analisa a trajet\u00f3ria da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos doze meses dessas opera\u00e7\u00f5es, com a taxa passando de 41,0% at\u00e9 novembro para 31,7% at\u00e9 dezembro \u2013 ainda elevada para o padr\u00e3o hist\u00f3rico, cabe lembrar.<\/p><p>Analisando apenas as opera\u00e7\u00f5es para aquisi\u00e7\u00e3o, estas chegaram a R $11,595 bilh\u00f5es em dezembro, ficando 15,5% abaixo do valor registrado no mesmo m\u00eas de 2020, em termos reais. Dessa forma, o ano de 2021 fechou com um total de R $164,789 bilh\u00f5es em termos nominais dessas opera\u00e7\u00f5es, o que representou uma expans\u00e3o real de 39,2% na compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, pouco abaixo da taxa registrada em 2020 (40,3%). Em termos da varia\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos doze meses, vale destacar que a desacelera\u00e7\u00e3o observada desde julho de 2021 teve continuidade, com a taxa passando de 47,3% at\u00e9 novembro para 39,2% at\u00e9 dezembro, correspondendo ao resultado do ano.<\/p><p>O valor das opera\u00e7\u00f5es para constru\u00e7\u00e3o atingiu R $5,150 bilh\u00f5es em dezembro, o maior valor mensal do ano. Apesar desse destaque positivo, esse montante ficou 24,9% abaixo do valor do registrado no mesmo m\u00eas de 2020, j\u00e1 considerada a infla\u00e7\u00e3o. No ano, foram R $40,618 bilh\u00f5es alocados em financiamentos para constru\u00e7\u00e3o, em termos nominais. J\u00e1 em termos reais, esse total significou um crescimento de 8,0% em rela\u00e7\u00e3o ao resultado de 2020, ficando consideravelmente abaixo do resultado do ano anterior (30,0%). Essa desacelera\u00e7\u00e3o em termos anuais tamb\u00e9m \u00e9 capturada pela evolu\u00e7\u00e3o da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos doze meses, a qual passou de 20,7% at\u00e9 novembro para 8,0% at\u00e9 dezembro, sempre em termos reais.<\/p><p>No \u00faltimo m\u00eas de 2021, foram financiadas 64.755 unidades com recursos do SBPE, das quais 23.975 unidades corresponderam a opera\u00e7\u00f5es para constru\u00e7\u00e3o e 40.780 unidades para aquisi\u00e7\u00e3o. Na compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2020, o crescimento do n\u00famero de unidades financiadas foi de 15,8%, a menor taxa do ano na base de compara\u00e7\u00e3o interanual, enquanto no caso do n\u00famero de unidades financiadas para constru\u00e7\u00e3o, o crescimento foi de 75,0%, igualmente a menor taxa de varia\u00e7\u00e3o interanual de 2021. Em termos de unidades financiadas para aquisi\u00e7\u00e3o, dezembro fechou com uma queda de 3,4% frente ao mesmo m\u00eas do ano passado, o que representou o primeiro resultado negativo interanual desde dezembro de 2017.<\/p><p>No ano, foram financiadas 866.331 unidades no total, correspondendo a um crescimento de 103% em rela\u00e7\u00e3o ao total de unidades financiadas em 2020. No caso das opera\u00e7\u00f5es para constru\u00e7\u00e3o, o ano fechou com 288.046 unidades financiadas, alta de 298,6% frente ao total do ano anterior, enquanto para as opera\u00e7\u00f5es de financiamento para aquisi\u00e7\u00e3o, o total de unidades em 2021 chegou a 578.285, montante 63,1% superior ao de 2020.<\/p><p>Fonte:\u00a0https:\/\/www.grandesconstrucoes.com.br\/Noticias\/Exibir\/deconcic-avalia-o-desempenho-da-construcao-em-2021<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e5bcba6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"e5bcba6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Invista no futuro com a <a href=\"https:\/\/tessa.eng.br\/es\/contato\/\">Tessa<\/a>! <a href=\"https:\/\/tessa.eng.br\/es\/contato\/\">Fale com um de nossos consultores<\/a> e transforme seu projeto em um exemplo de sustentabilidade e efici\u00eancia.<\/p><p><em>Acompanhe o <a href=\"https:\/\/blog.tessa.eng.br\/\">Blog da Tessa<\/a> e fique por dentro de todas as not\u00edcias, tend\u00eancias, dicas e novidades do mercado.<\/em><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Deconcic avalia o desempenho da constru\u00e7\u00e3o em 2021 Confira os dados da 7\u00aa edi\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio elaborado pelo Departamento da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o da Fiesp Fonte: Fiesp PRODU\u00c7\u00c3O DE MATERIAIS A produ\u00e7\u00e3o industrial dos insumos t\u00edpicos da constru\u00e7\u00e3o civil encerrou 2021, com crescimento de 8,1% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, a maior varia\u00e7\u00e3o anual considerando a s\u00e9rie hist\u00f3rica da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE iniciada em 2012, fonte das informa\u00e7\u00f5es. A indica\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, \u00e9 de desacelera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o desses bens, visto que, na compara\u00e7\u00e3o com o resultado de dezembro de 2020, houve uma queda de 11,6% da produ\u00e7\u00e3o desses insumos, a quarta consecutiva nessa base de compara\u00e7\u00e3o interanual. Outra indica\u00e7\u00e3o \u00e9 a desacelera\u00e7\u00e3o observada ao longo do segundo semestre de 2021 tanto da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano quanto da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos doze meses, a qual passou de 10,8% at\u00e9 novembro para 8,1% at\u00e9 dezembro, definindo o resultado do ano, ap\u00f3s atingir o patamar m\u00e1ximo de 16,9% no acumulado at\u00e9 junho de 2021. Vale uma vez mais refor\u00e7ar, como j\u00e1 registrado em boletins anteriores, a contribui\u00e7\u00e3o do efeito base para a configura\u00e7\u00e3o desse quadro. A ado\u00e7\u00e3o das medidas de combate \u00e0 pandemia da covid-19 deprimiu a produ\u00e7\u00e3o dos insumos t\u00edpicos no primeiro semestre de 2020, como mostra o gr\u00e1fico a seguir (que traz o \u00edndice do IBGE de produ\u00e7\u00e3o desses bens desde 2012, sem ajuste sazonal), favorecendo a compara\u00e7\u00e3o com a produ\u00e7\u00e3o registrada em igual per\u00edodo de 2021. Com a forte recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o no segundo semestre de 2020, o efeito base deixa de ser positivo, levando a uma compara\u00e7\u00e3o mais desfavor\u00e1vel com a evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o no mesmo intervalo de tempo de 2021. O efeito l\u00edquido foi, no entanto, positivo para a compara\u00e7\u00e3o do resultado do ano como um todo, com o j\u00e1 mencionado crescimento historicamente expressivo de 8,1%. O pr\u00f3ximo gr\u00e1fico refor\u00e7a essa indica\u00e7\u00e3o de desacelera\u00e7\u00e3o ao apresentar a evolu\u00e7\u00e3o da m\u00e9dia m\u00f3vel de 12 meses do \u00edndice de produ\u00e7\u00e3o desses bens. No caso da produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, o crescimento registrado em 2021 foi de 3,9%, primeiro resultado positivo desde 2018, ap\u00f3s as quedas registradas em 2019 (-1,1%) e 2020 (-4,5%). Tomando apenas o resultado de dezembro, a produ\u00e7\u00e3o avan\u00e7ou 2,9% na compara\u00e7\u00e3o com novembro, com base nas informa\u00e7\u00f5es com ajuste sazonal, primeiro resultado mensal positivo ap\u00f3s a varia\u00e7\u00e3o nula de novembro e de cinco meses seguidos de queda (junho a outubro), quando a produ\u00e7\u00e3o acumulou uma retra\u00e7\u00e3o de 3,3% nesse per\u00edodo. Apesar desse crescimento na margem, a indica\u00e7\u00e3o de desacelera\u00e7\u00e3o comentada acima \u00e9 tamb\u00e9m observada no contexto da produ\u00e7\u00e3o industrial nacional. Na compara\u00e7\u00e3o interanual, por exemplo, houve um decl\u00ednio de 4,9% frente a dezembro de 2020, enquanto as taxas de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano e em doze meses seguem em desacelera\u00e7\u00e3o, com esta \u00faltima passando de 5,0% at\u00e9 novembro para 3,9% at\u00e9 dezembro. Em outros termos, o crescimento registrado em 2021 se deu, como destacou em nota o gerente da pesquisa do IBGE, Andr\u00e9 Macedo, sobre um per\u00edodo de muita perda (2020), sem reverter inteiramente o resultado negativo do ano anterior. Adicionalmente, como apontou Macedo, o segundo semestre de 2021 foi ainda marcado pelos reflexos da pandemia da covid-19 no processo produtivo, \u201ccomo o encarecimento dos custos de produ\u00e7\u00e3o e falta de mat\u00e9rias-primas\u201d, e sobre a demanda dom\u00e9stica, com a infla\u00e7\u00e3o em patamares mais elevados e o mercado de trabalho que, embora tenha mostrado alguma recupera\u00e7\u00e3o, ainda se mostrava relativamente fraco. A produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias Extrativas teve um desempenho modesto em 2021, com crescimento de 1,1% em rela\u00e7\u00e3o a 2020, ainda que bastante superior ao dos dois anos anteriores (-9,7% em 2019 e -3,4% em 2020). Na margem, a produ\u00e7\u00e3o desse segmento da ind\u00fastria geral avan\u00e7ou 1,6% em dezembro frente a novembro, j\u00e1 considerada a sazonalidade do per\u00edodo, desacelerando em rela\u00e7\u00e3o ao resultado do m\u00eas anterior (5,0%), mas contribuindo para reverter parcialmente a queda de 9,9% apurada em outubro. Na compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2020, houve uma expans\u00e3o de 2,0%. Diferentemente da evolu\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, a taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada em doze meses da produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias Extrativas mostrou modesta e constante acelera\u00e7\u00e3o a partir de maio de 2021, ap\u00f3s atingir -2,8% no acumulado at\u00e9 abril, fechando o ano com expans\u00e3o de 1,1%, como j\u00e1 comentado. Por fim, a produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Transforma\u00e7\u00e3o teve crescimento mais expressivo no ano passado, de 4,3%, contrastando igualmente com o resultado de 2019 (0,2%) e de 2020 (-4,6%). Em dezembro, a alta da produ\u00e7\u00e3o foi de 2,0% frente a novembro, feito o ajuste sazonal, primeiro resultado positivo ap\u00f3s seis meses consecutivos de retra\u00e7\u00e3o na base de compara\u00e7\u00e3o mensal. Dado o seu enorme peso na composi\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, a trajet\u00f3ria de produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Transforma\u00e7\u00e3o acabou por condicionar a evolu\u00e7\u00e3o do segmento. Por conta disso, tamb\u00e9m foi observada no caso desse conjunto de ind\u00fastrias uma desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento ao longo do segundo semestre de 2021, com a taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada em doze meses saindo de 8,4% at\u00e9 agosto para 4,3% at\u00e9 dezembro, o mesmo sendo observado no caso da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano, que atingiu o seu m\u00e1ximo em maio (14,8%). COM\u00c9RCIO DE MATERIAIS De acordo com a mais recente Pesquisa Mensal de Com\u00e9rcio do IBGE, o volume de vendas do com\u00e9rcio varejista de materiais de constru\u00e7\u00e3o encerrou 2021 com crescimento de 4,4% na compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, resultado abaixo do registrado em 2020 (10,8%) e em linha com o resultado de 2019 (4,2%), ainda que pese a base de compara\u00e7\u00e3o mais elevada de 2020 (especificamente, no segundo semestre daquele ano), como mostra o gr\u00e1fico a seguir, que apresenta a s\u00e9rie hist\u00f3rica do IBGE do \u00edndice do volume de vendas do com\u00e9rcio varejista desses bens com ajuste sazonal. Independentemente da base de compara\u00e7\u00e3o interanual, o gr\u00e1fico revela a trajet\u00f3ria declinante das vendas desde junho de 2021, que acumularam retra\u00e7\u00e3o de 8,9% entre maio e dezembro, tendo o volume de vendas no \u00faltimo m\u00eas do ano registrado queda de 1,4% frente a novembro, feito o ajuste sazonal. Com<\/p>","protected":false},"author":1,"featured_media":1889,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"elementor_header_footer","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1888","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Deconcic avalia o desempenho da constru\u00e7\u00e3o em 2021 - Tessa - Perfil Especial e Estrutura para Telhados de Qualidade<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/tessa.eng.br\/es\/2020\/05\/20\/deconcic-avalia-o-desempenho-da-construcao-em-2021\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"es_ES\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Deconcic avalia o desempenho da constru\u00e7\u00e3o em 2021 - Tessa - Perfil Especial e Estrutura para Telhados de Qualidade\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Deconcic avalia o desempenho da constru\u00e7\u00e3o em 2021 Confira os dados da 7\u00aa edi\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio elaborado pelo Departamento da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o da Fiesp Fonte: Fiesp PRODU\u00c7\u00c3O DE MATERIAIS A produ\u00e7\u00e3o industrial dos insumos t\u00edpicos da constru\u00e7\u00e3o civil encerrou 2021, com crescimento de 8,1% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, a maior varia\u00e7\u00e3o anual considerando a s\u00e9rie hist\u00f3rica da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE iniciada em 2012, fonte das informa\u00e7\u00f5es. A indica\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, \u00e9 de desacelera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o desses bens, visto que, na compara\u00e7\u00e3o com o resultado de dezembro de 2020, houve uma queda de 11,6% da produ\u00e7\u00e3o desses insumos, a quarta consecutiva nessa base de compara\u00e7\u00e3o interanual. Outra indica\u00e7\u00e3o \u00e9 a desacelera\u00e7\u00e3o observada ao longo do segundo semestre de 2021 tanto da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano quanto da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos doze meses, a qual passou de 10,8% at\u00e9 novembro para 8,1% at\u00e9 dezembro, definindo o resultado do ano, ap\u00f3s atingir o patamar m\u00e1ximo de 16,9% no acumulado at\u00e9 junho de 2021. Vale uma vez mais refor\u00e7ar, como j\u00e1 registrado em boletins anteriores, a contribui\u00e7\u00e3o do efeito base para a configura\u00e7\u00e3o desse quadro. A ado\u00e7\u00e3o das medidas de combate \u00e0 pandemia da covid-19 deprimiu a produ\u00e7\u00e3o dos insumos t\u00edpicos no primeiro semestre de 2020, como mostra o gr\u00e1fico a seguir (que traz o \u00edndice do IBGE de produ\u00e7\u00e3o desses bens desde 2012, sem ajuste sazonal), favorecendo a compara\u00e7\u00e3o com a produ\u00e7\u00e3o registrada em igual per\u00edodo de 2021. Com a forte recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o no segundo semestre de 2020, o efeito base deixa de ser positivo, levando a uma compara\u00e7\u00e3o mais desfavor\u00e1vel com a evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o no mesmo intervalo de tempo de 2021. O efeito l\u00edquido foi, no entanto, positivo para a compara\u00e7\u00e3o do resultado do ano como um todo, com o j\u00e1 mencionado crescimento historicamente expressivo de 8,1%. O pr\u00f3ximo gr\u00e1fico refor\u00e7a essa indica\u00e7\u00e3o de desacelera\u00e7\u00e3o ao apresentar a evolu\u00e7\u00e3o da m\u00e9dia m\u00f3vel de 12 meses do \u00edndice de produ\u00e7\u00e3o desses bens. No caso da produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, o crescimento registrado em 2021 foi de 3,9%, primeiro resultado positivo desde 2018, ap\u00f3s as quedas registradas em 2019 (-1,1%) e 2020 (-4,5%). Tomando apenas o resultado de dezembro, a produ\u00e7\u00e3o avan\u00e7ou 2,9% na compara\u00e7\u00e3o com novembro, com base nas informa\u00e7\u00f5es com ajuste sazonal, primeiro resultado mensal positivo ap\u00f3s a varia\u00e7\u00e3o nula de novembro e de cinco meses seguidos de queda (junho a outubro), quando a produ\u00e7\u00e3o acumulou uma retra\u00e7\u00e3o de 3,3% nesse per\u00edodo. Apesar desse crescimento na margem, a indica\u00e7\u00e3o de desacelera\u00e7\u00e3o comentada acima \u00e9 tamb\u00e9m observada no contexto da produ\u00e7\u00e3o industrial nacional. Na compara\u00e7\u00e3o interanual, por exemplo, houve um decl\u00ednio de 4,9% frente a dezembro de 2020, enquanto as taxas de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano e em doze meses seguem em desacelera\u00e7\u00e3o, com esta \u00faltima passando de 5,0% at\u00e9 novembro para 3,9% at\u00e9 dezembro. Em outros termos, o crescimento registrado em 2021 se deu, como destacou em nota o gerente da pesquisa do IBGE, Andr\u00e9 Macedo, sobre um per\u00edodo de muita perda (2020), sem reverter inteiramente o resultado negativo do ano anterior. Adicionalmente, como apontou Macedo, o segundo semestre de 2021 foi ainda marcado pelos reflexos da pandemia da covid-19 no processo produtivo, \u201ccomo o encarecimento dos custos de produ\u00e7\u00e3o e falta de mat\u00e9rias-primas\u201d, e sobre a demanda dom\u00e9stica, com a infla\u00e7\u00e3o em patamares mais elevados e o mercado de trabalho que, embora tenha mostrado alguma recupera\u00e7\u00e3o, ainda se mostrava relativamente fraco. A produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias Extrativas teve um desempenho modesto em 2021, com crescimento de 1,1% em rela\u00e7\u00e3o a 2020, ainda que bastante superior ao dos dois anos anteriores (-9,7% em 2019 e -3,4% em 2020). Na margem, a produ\u00e7\u00e3o desse segmento da ind\u00fastria geral avan\u00e7ou 1,6% em dezembro frente a novembro, j\u00e1 considerada a sazonalidade do per\u00edodo, desacelerando em rela\u00e7\u00e3o ao resultado do m\u00eas anterior (5,0%), mas contribuindo para reverter parcialmente a queda de 9,9% apurada em outubro. Na compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2020, houve uma expans\u00e3o de 2,0%. Diferentemente da evolu\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, a taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada em doze meses da produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias Extrativas mostrou modesta e constante acelera\u00e7\u00e3o a partir de maio de 2021, ap\u00f3s atingir -2,8% no acumulado at\u00e9 abril, fechando o ano com expans\u00e3o de 1,1%, como j\u00e1 comentado. Por fim, a produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Transforma\u00e7\u00e3o teve crescimento mais expressivo no ano passado, de 4,3%, contrastando igualmente com o resultado de 2019 (0,2%) e de 2020 (-4,6%). Em dezembro, a alta da produ\u00e7\u00e3o foi de 2,0% frente a novembro, feito o ajuste sazonal, primeiro resultado positivo ap\u00f3s seis meses consecutivos de retra\u00e7\u00e3o na base de compara\u00e7\u00e3o mensal. Dado o seu enorme peso na composi\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, a trajet\u00f3ria de produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Transforma\u00e7\u00e3o acabou por condicionar a evolu\u00e7\u00e3o do segmento. Por conta disso, tamb\u00e9m foi observada no caso desse conjunto de ind\u00fastrias uma desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento ao longo do segundo semestre de 2021, com a taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada em doze meses saindo de 8,4% at\u00e9 agosto para 4,3% at\u00e9 dezembro, o mesmo sendo observado no caso da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano, que atingiu o seu m\u00e1ximo em maio (14,8%). COM\u00c9RCIO DE MATERIAIS De acordo com a mais recente Pesquisa Mensal de Com\u00e9rcio do IBGE, o volume de vendas do com\u00e9rcio varejista de materiais de constru\u00e7\u00e3o encerrou 2021 com crescimento de 4,4% na compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, resultado abaixo do registrado em 2020 (10,8%) e em linha com o resultado de 2019 (4,2%), ainda que pese a base de compara\u00e7\u00e3o mais elevada de 2020 (especificamente, no segundo semestre daquele ano), como mostra o gr\u00e1fico a seguir, que apresenta a s\u00e9rie hist\u00f3rica do IBGE do \u00edndice do volume de vendas do com\u00e9rcio varejista desses bens com ajuste sazonal. Independentemente da base de compara\u00e7\u00e3o interanual, o gr\u00e1fico revela a trajet\u00f3ria declinante das vendas desde junho de 2021, que acumularam retra\u00e7\u00e3o de 8,9% entre maio e dezembro, tendo o volume de vendas no \u00faltimo m\u00eas do ano registrado queda de 1,4% frente a novembro, feito o ajuste sazonal. 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A indica\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, \u00e9 de desacelera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o desses bens, visto que, na compara\u00e7\u00e3o com o resultado de dezembro de 2020, houve uma queda de 11,6% da produ\u00e7\u00e3o desses insumos, a quarta consecutiva nessa base de compara\u00e7\u00e3o interanual. Outra indica\u00e7\u00e3o \u00e9 a desacelera\u00e7\u00e3o observada ao longo do segundo semestre de 2021 tanto da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano quanto da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos doze meses, a qual passou de 10,8% at\u00e9 novembro para 8,1% at\u00e9 dezembro, definindo o resultado do ano, ap\u00f3s atingir o patamar m\u00e1ximo de 16,9% no acumulado at\u00e9 junho de 2021. Vale uma vez mais refor\u00e7ar, como j\u00e1 registrado em boletins anteriores, a contribui\u00e7\u00e3o do efeito base para a configura\u00e7\u00e3o desse quadro. A ado\u00e7\u00e3o das medidas de combate \u00e0 pandemia da covid-19 deprimiu a produ\u00e7\u00e3o dos insumos t\u00edpicos no primeiro semestre de 2020, como mostra o gr\u00e1fico a seguir (que traz o \u00edndice do IBGE de produ\u00e7\u00e3o desses bens desde 2012, sem ajuste sazonal), favorecendo a compara\u00e7\u00e3o com a produ\u00e7\u00e3o registrada em igual per\u00edodo de 2021. Com a forte recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o no segundo semestre de 2020, o efeito base deixa de ser positivo, levando a uma compara\u00e7\u00e3o mais desfavor\u00e1vel com a evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o no mesmo intervalo de tempo de 2021. O efeito l\u00edquido foi, no entanto, positivo para a compara\u00e7\u00e3o do resultado do ano como um todo, com o j\u00e1 mencionado crescimento historicamente expressivo de 8,1%. O pr\u00f3ximo gr\u00e1fico refor\u00e7a essa indica\u00e7\u00e3o de desacelera\u00e7\u00e3o ao apresentar a evolu\u00e7\u00e3o da m\u00e9dia m\u00f3vel de 12 meses do \u00edndice de produ\u00e7\u00e3o desses bens. No caso da produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, o crescimento registrado em 2021 foi de 3,9%, primeiro resultado positivo desde 2018, ap\u00f3s as quedas registradas em 2019 (-1,1%) e 2020 (-4,5%). Tomando apenas o resultado de dezembro, a produ\u00e7\u00e3o avan\u00e7ou 2,9% na compara\u00e7\u00e3o com novembro, com base nas informa\u00e7\u00f5es com ajuste sazonal, primeiro resultado mensal positivo ap\u00f3s a varia\u00e7\u00e3o nula de novembro e de cinco meses seguidos de queda (junho a outubro), quando a produ\u00e7\u00e3o acumulou uma retra\u00e7\u00e3o de 3,3% nesse per\u00edodo. Apesar desse crescimento na margem, a indica\u00e7\u00e3o de desacelera\u00e7\u00e3o comentada acima \u00e9 tamb\u00e9m observada no contexto da produ\u00e7\u00e3o industrial nacional. Na compara\u00e7\u00e3o interanual, por exemplo, houve um decl\u00ednio de 4,9% frente a dezembro de 2020, enquanto as taxas de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano e em doze meses seguem em desacelera\u00e7\u00e3o, com esta \u00faltima passando de 5,0% at\u00e9 novembro para 3,9% at\u00e9 dezembro. Em outros termos, o crescimento registrado em 2021 se deu, como destacou em nota o gerente da pesquisa do IBGE, Andr\u00e9 Macedo, sobre um per\u00edodo de muita perda (2020), sem reverter inteiramente o resultado negativo do ano anterior. Adicionalmente, como apontou Macedo, o segundo semestre de 2021 foi ainda marcado pelos reflexos da pandemia da covid-19 no processo produtivo, \u201ccomo o encarecimento dos custos de produ\u00e7\u00e3o e falta de mat\u00e9rias-primas\u201d, e sobre a demanda dom\u00e9stica, com a infla\u00e7\u00e3o em patamares mais elevados e o mercado de trabalho que, embora tenha mostrado alguma recupera\u00e7\u00e3o, ainda se mostrava relativamente fraco. A produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias Extrativas teve um desempenho modesto em 2021, com crescimento de 1,1% em rela\u00e7\u00e3o a 2020, ainda que bastante superior ao dos dois anos anteriores (-9,7% em 2019 e -3,4% em 2020). Na margem, a produ\u00e7\u00e3o desse segmento da ind\u00fastria geral avan\u00e7ou 1,6% em dezembro frente a novembro, j\u00e1 considerada a sazonalidade do per\u00edodo, desacelerando em rela\u00e7\u00e3o ao resultado do m\u00eas anterior (5,0%), mas contribuindo para reverter parcialmente a queda de 9,9% apurada em outubro. Na compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2020, houve uma expans\u00e3o de 2,0%. Diferentemente da evolu\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, a taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada em doze meses da produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias Extrativas mostrou modesta e constante acelera\u00e7\u00e3o a partir de maio de 2021, ap\u00f3s atingir -2,8% no acumulado at\u00e9 abril, fechando o ano com expans\u00e3o de 1,1%, como j\u00e1 comentado. Por fim, a produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Transforma\u00e7\u00e3o teve crescimento mais expressivo no ano passado, de 4,3%, contrastando igualmente com o resultado de 2019 (0,2%) e de 2020 (-4,6%). Em dezembro, a alta da produ\u00e7\u00e3o foi de 2,0% frente a novembro, feito o ajuste sazonal, primeiro resultado positivo ap\u00f3s seis meses consecutivos de retra\u00e7\u00e3o na base de compara\u00e7\u00e3o mensal. Dado o seu enorme peso na composi\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria geral, a trajet\u00f3ria de produ\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Transforma\u00e7\u00e3o acabou por condicionar a evolu\u00e7\u00e3o do segmento. Por conta disso, tamb\u00e9m foi observada no caso desse conjunto de ind\u00fastrias uma desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento ao longo do segundo semestre de 2021, com a taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada em doze meses saindo de 8,4% at\u00e9 agosto para 4,3% at\u00e9 dezembro, o mesmo sendo observado no caso da taxa de varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano, que atingiu o seu m\u00e1ximo em maio (14,8%). COM\u00c9RCIO DE MATERIAIS De acordo com a mais recente Pesquisa Mensal de Com\u00e9rcio do IBGE, o volume de vendas do com\u00e9rcio varejista de materiais de constru\u00e7\u00e3o encerrou 2021 com crescimento de 4,4% na compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, resultado abaixo do registrado em 2020 (10,8%) e em linha com o resultado de 2019 (4,2%), ainda que pese a base de compara\u00e7\u00e3o mais elevada de 2020 (especificamente, no segundo semestre daquele ano), como mostra o gr\u00e1fico a seguir, que apresenta a s\u00e9rie hist\u00f3rica do IBGE do \u00edndice do volume de vendas do com\u00e9rcio varejista desses bens com ajuste sazonal. Independentemente da base de compara\u00e7\u00e3o interanual, o gr\u00e1fico revela a trajet\u00f3ria declinante das vendas desde junho de 2021, que acumularam retra\u00e7\u00e3o de 8,9% entre maio e dezembro, tendo o volume de vendas no \u00faltimo m\u00eas do ano registrado queda de 1,4% frente a novembro, feito o ajuste sazonal. 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